Melhores da semana
Olá, jovens gafanhotos. Tenho em mente que muitos estão ansiando loucamente pela continuação do Falaciorum, o Baralho das Falácias. É com um pouco de pesar que devo lhes alertar: próximas cartas, só na semana que vem. Mas o motivo é muito bonito, viu? O Tio Coffe aqui foi orgulhosamente requisitado para ajudar com um trabalho final de faculdade; uma cartilha sobre higiene pessoal no formato de história em quadrinhos. Então, para ficar do balacobaco, dedicar-me-ei integralmente a essa nobre quest pelos próximos dias. Se a autora permitir, publicarei o trabalho aqui para o deleite geral.
Enquanto isso, vou me inspirar na solução do Nerdson (não conhece ainda?) e saciá-los com os últimos assuntos com os quais andei perdendo tempo:
UVB-76, a Buzina Russa — se você possui um rádio de ondas curtas, sintonize-o em 4625 kHz. Está ouvindo um som intermitente e irritante? Pois saiba que essa buzina tem sido transmitida há 30 anos initerruptamente com uma potência fora do alcance de meros nerds hobbistas. Para ser sincero, eu menti — em três décadas houve apenas três interrupções que ocorreram da mesma maneira: a buzina era gradativamente substituida por uma voz masculina, que ditava uma seqüência de números e nomes eslavos. Em seguida, ouvia-se alguns segundos de silêncio e a buzina voltava a operar. Pense: alguém tem tido a pachorra de dar manutenção a uma aparelhagem provavelmente muito cara, que transmite uma buzina a muitos killowatts durante décadas, juntamente com uma lista de nomes e números em russo. Se não bastasse o som parecer sair do próprio inferno, ninguém sabe ao certo de onde ela vem e para qual propósito, apesar de haver especulações. Diga se não é de gelar a alma.
Como eu roubaria sua senha — chega a ser vergonhoso confirmar que ainda existem pessoas cujas senhas sejam “123456”, “senha” ou a data de aniversário. Leia a opinião de um especialista em segurança digital, que inclui uma tabela com a quantidade de tempo necessária para sua senha idiota ser quebrada por brute force.
A Lei de Fitts — sabe quando você está a escrever um e-mail ácido e violento para seu chefe, e de repente muda de idéia, mas acidentalmente clica em “Enviar” ao invés do botão imediatamente ao lado, “Cancelar”? A boa notícia: existe uma fórmula matemática que prevê a qual distância tais botões devem permanecer uns dos outros. A má: até o Google parece ignorá-la.
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