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Semana D

Portanto, desculpe-me, soldado. Sem posts até a próxima ordem. Dispensar. (Update 23:53 @ 21/06/2009) Bem, achei sacanagem deixá-los apenas com um rascunhozinho vintage, depois de tanto tempo sem atualizações no site. Portanto, seguem aqui algumas coisas interessantes que pipocaram no coffeputer nos últimos dias.
- 25 jogos opensource e cross-plataform que valem a pena
- 7 coisas básicas, porém legais, pra se fazer com o Linux (incluindo monitorar safadamente o tráfego de toda sua rede)
- Nikola Tesla, o cara de quem seus professores nunca falaram
- O mapa das tatuagens
- Não dá pra descrever o quão legal é isso…
- Tutorial: como deixar seu roteador D-Link mais seguro
- “Não venha me dizer que estraguei sua foto!”
- Porque o anonimato é legal: foto de família no Facebook vai parar em cartazes em Praga
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Vícios de programação

# E lembre-se sempre de uma das dicas mais importantes:
# SEMPRE comente seus códigos, para que os futuros pro–
# gramadores responsáveis não se percam em oito milhões
# de linhas desconexas que não fazem o menor sentido,
# senão para você.
Aliás, você já programou em Python hoje?
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Software livre

Desculpem-me, amigos, pelo vácuo dos últimos dias. É difícil conciliar a vida de adulto na cidade grande com os posts provincianos de cada dia. Mas vocês aguardaram pacientemente e sem reclamar, estou orgulhosíssimo! Três pirulitos de capim-gordura pra cada um.
Eis aqui mais uma pequeno manifesto meu a favor do software livre e sua adoção pelo público geral. A questão vai além da ideologia e entra nos limites do bom senso e gostosura. Convenhamos: vale a pena derramar lágrimas e vomitar de raiva por sitemas operacionais e programas que mesmo originais, proprietários e muito bem pagos, travam, te levam à loucura e monopolizam seu computador e sua vida?
Quando se trata de software livre, estamos falando de pessoas que generosamente programam aplicativos para o público geral — público como a Simone, por exemplo. Entre esses mesmos programadores, a maioria se compromete a disponibilizar updates, documentação e todo tipo de ajuda necessária durante anos a fio sem exigir nada em troca.
Na verdade, eles pedem apenas uma coisa em troca: que você os ajude notificando os bugs que você encontra no dia-a-dia e dando assistência para quem está aprendendo e/ou passando pelas mesmas dificuldades que você — não é o ápice do anarquismo proudhoniano? Não é bonito? Acho que só essa proposta já os torna merecedores de nossa atenção e — puxa vida — um esforçozinho para tentar aprender a usar um sistema operacional diferente daquele que você cresceu mastigando (só porque seus pais e professores não conheciam outra alternativa no mercado). Agora, imagine só como seria se deixássemos os softwares proprietários — que tal, o Windows! — de lado. Como seria esse universo paralelo?
“Eu compreendo o indivíduo que declarou ter problemas em passar do Windows para o Linux. Senti o mesmo ao experimentar o Windows. Decidi experimentá-lo, depois de alguns amigos que o usam a toda a hora me dizerem que era ótimo. Fui até ao site da Microsoft para baixá-lo mas não estava lá disponível. Fiquei frustrado porque não consegui descobrir como se baixava o mesmo. Por fim tive que perguntar a um amigo e ele disse-me que tinha de o comprar.”
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