Episódio 7: Peripécias na escola

Diário de bordo, data estelar: terça-feira.
“Perceberam que ando fazendo muita piadinha trekker ultimamente? Desculpem-me, estou com uns DVDs de Star Trek Original Series aqui em casa e não consigo resistir. É ilógico, mas é mais forte do que eu.“
– Cpt. Cafetron, sala de engenharia
A tripulação e eu fizemos uma abordagem completa com a ajuda do computador de bordo sobre o histórico infantil de todos nós. Os registros pedagógicos da nave, feitos por antigos pedagogos da Terra (profissão exterminada por falta de objetivos táteis), afirmam que uma pessoa não é plenamente desenvolvida sem uma infância ativa e saudável na escola, onde a criança participa de atividades em conjunto, brinca no parquinho e interage socialmente. É inevitável que eventualmente o cérebro em desenvolvimento dos pirralhos elabore peripécias que costumam deixar os inspetores de alunos razoavelmente possessos: colocar taxinha nas cadeiras, atirar bolinha de papel na nuca dos outros, cortar a trança da menininha que senta na frente ou prender a inspetora klingon da escola no armário até que o oxigênio acabe.

A comandante klingon e inspetora de alunos
precisou até de licença prêmio. Nem nas dunas de Akhral ela teve tanto trabalho quanto na E.E. Nossa Senhora do Passa Quatro, escolinha do temível Quase-Fisicozinho (saiba mais neste episódio).
No episódio de hoje resolvemos que seria bom tratarmos sobre as peripécias de infância de todos os integrantes (exceto o Moita) antes que chegue o Dia das Crianças e alguns ouvintes que já são pais se rendam a essas carinhas infantis lavadas que só querem sugar presentes, que são um poço de amor querubim em casa, mas quando chegam na escola desenvolvem a Síndrome de Galactus com fome. Ouçam, está bem legal. Para remediar o desfalque causado por Nana e Dot, convidamos uma pessoa aleatória no Skype.
Duração: 43 minutos
Participantes:
- Cafetron
- Quase-Físico
- Anônimo
- Moita
- Júlia de não-sei-onde (convidada especial aleatória)
Ouça o episódio de hoje utilizando o player em Flash abaixo.
[ Download: MP3 64kbps (19MB) ]
(clique com o botão direito e então em “Salvar como…”)
Recomendações dos Ortonormais
- Cafetron no seu primeiro dia de estágio na escola pública;
- O que fazer com um punhado de crianças?;
Comentários do Cafetron
Entre as pressas impostas pela vida acadêmica, parimos este episódio contra todas as intempéries do tempo. Entre uma miríade de problemas, os mais destacáveis são estes:
- No dia da gravação meu microfone resolveu fazer um chiado bastante incomum. Desta vez então, utilizamos a gravação do “ponto de vista” do Quase-Físico, aproveitando-se do filtro de chiado automático do Skype.
- No momento em que começamos a gravar, a velocidade da sua conexão foi severamente prejudicada pela vizinhança da kitnet. O som saiu picado, com volume variável.
- A convidada era especial, mas com conexão instável e autista.
- O Windows tomou vida própria e foi embora do meu computador. Eu usava essa porcaria só pra editar o podcast (ajustar volumes, inserir música etc.) e o pederasta me deixou na mão. Apesar de usar Linux praticamente o tempo todo, custei até aprender como mexer decentemente o Audacity.
Então, nadando contra todos os problemas, eis outro episódio do podcast. Apesar de tudo espero que vocês gostem! ;)
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Puts, não lembro de nada(que deva contar)
Acho que sou um nerd muito certinho : \
Vou colocar um gambá na sala da diretoa, amanhã
Gambá é foda!! UHAUHAUHAUHAUH
OMG! O_O
esse ano e quase certo que eu e uns colegas vamos fazer umas bombas de fumaca no final do ano… tamo pensando no que fazer =/
Que tal bombinha de bicarbonato de sódio? Barulhenta, eficaz e científica.
Não se esqueça de hipnotizar o pequeno para potencializar o feito.
A música do sapo faz muito mais sentido em toki pona:
akesi li telo ala e noka ona.
ona li telo ala e noka ona tan ni: ona li wile ala telo e noka ona.
ona li lon telo.
ona li telo ala e noka ona tan ni: ona li wile ala telo e noka ona.
HAUHEIHEAUHOI
Thiago, seu brilhantismo nunca pára de me surpreender.
Ah, namorada só me dá orgulhinho. =D
E ela só age autistamente com desconhecidos num podcast nerd.
É uma situação bem específica.
hasdlkjhdsauiasdas
De fato! Pena ela ter caído e não termos conseguido extrair todo seu potencial autista.
Rapaz, ficou muito ruim. Não entendi metade do que vocês falaram, e a metade que eu entendi não fez muito sentido sem o contexto.
Tenho que admitir, a qualidade desse foi menor do que a média. Mas apesar de todos os problemas que tivemos, e considerando o fato de que eu estava sob efeito de descongestionante nasal, ficou tão ruim assim? :(
xD
De fato, ficou. Mas acho que não é muito correto admitir isso pq eu já ri muito com os podcasts anteriores e não me lembro de ter comentado antes.
Mas só ficou ruim por causa dos problemas técnicos mesmo.
Falei mal mas pago um pau, e aguardo ansioso o próximo episódio.
(y)
O escaipe tava um cocô. –_–
no começo do ano eu criei uma batch que escrevia WARNING: VIRUS ! e coloquei no computador da sala… tipo o que o QF fez (foi o QF, né?)
isso foi ha uns 2 meses XD
Fui eu :D
hey, a música que a Julia tava cantando era The Killer’s song ou é impressão minha?
Eu tava cantando? O_O
(Esta é uma pergunta séria)
Me lembrou das merdas que eu fazia…
Em 2005 eu tava no terceirão, e a professora de história horganizou uma escurção. Estavamos todos no microonibus (acho que eh assim no novo portugues do Lula) e antes de saimos eu comecei a balançar, sem nenhum intuito maléfico, quando todos no ônibus começaram tambem, então o veiculo parecia um daqueles barcos vikings de parques de diversão, enclinando de um lado para o outro, então o diretor apareceu e perguntou o que a gente tava fazendo, e eu discaradamente respondi que estava testando o amortecedor antes da viagem…
ele cancelou todas as possiveis viagens futuras de nossa classe, e a professora chorou muito…
tive que ir lá consolar ela…
fora as bombas de fedor, pasta de dente nos trincos das portas, e muitas outras coisas inimaginaveis…
P.S.: aquela de ipinotizar a galinha fiz muito quando criança..