Gera, gera, geradô…
Muitos devem estar se perguntando se minha idéia maluca de fazer duas faculdades ao mesmo tempo, Física e Engenharia Ambiental, fez com que meu tempo livre de vagabundagem se limitasse a breves minutos entre o sentar e levantar do assento sanitário. A verdade está longe de ser assim tão simples. Tudo começou na semana passada.
Era mais de meia-noite, o vento zunia entre os vãos da janela entre-aberta. Eu já estava deitado e muito bem acomodado na cama, sob meu edredom quente e habitável. Meus olhos já estavam se fechando. Foi aí então que um globo de luz estroboscópica se materializou dentro do meu quarto em meio a uma névoa de gelo-seco, reproduzindo uma música que parecia muito psytrance com “Tico-tico no fubá”.
Em uma fração de segundos, Deus se arrebenta pela janela do quarto em uma aparição onipotente e grandiosa, deslizando sentado sobre uma nuvem com uma trupe de moleques pelados voadores, fazendo manobras aéreas altamente radicais e cheias de estilo.

Depois de alguns loopings, a nuvem começou a desacelerar e a música diminuiu de volume. Naquele instante eu entendi que pilotar nuvens com a bunda deve ser altamente fodástico em altas velocidades. Entendi também que estava sendo trazido a mim um objetivo, um desígnio divino.
“Thou shalt make a Wind T0rbine of computer parts and win”.
Em outras palavras, Deus quer que eu transforme a figura da esquerda na da direita.

Cata-ventões que geram energia ou geradores eólicos são o fino da tecnologia verde — produção de eletricidade com impactos ambientais quase nulos. Utilizar a força dos ventos não é novidade deste século, haja como exemplo os famosos moínhos holandeses.
De qualquer forma, ainda esta tecnologia se mostra extremamente eficaz de acordo com o custo-benefício envolvido. Além disso, você pode utilizar peças velhas de carros, computadores e estojos do Gundam Wing.
Quero agora transformar peças inutilizadas de um computador velho em algo totalmente diferente, então pensei em aproveitar os ímãs do disco rígido para fazer uma super turbina eólica de bolso. Idéias são todas bem-vindas. Update: Acabo de adquirir uma lata de Pringles, somando um precioso canudão de papel grosso ao acervo de peças para o gerador eólico. Tudo pelo bem da ciência, que tem sabor picante.
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Utilize os CDs pra fazer prismas super potentes redirecionando a luz para uma pequena lâmina de painéis solares de calculadoras do 1,99 à fim de criar primeiro gerador de energia de bolso FLEX.
Humm… veja se consegui bolar ou arrumar umas engrenagens pra multiplicar o giro da hélice, pra gerar mais eletricidade.
E lembre-se de que tem que fazer uma boa hélice! De preferência com a pá torcida, assim você consegue manter um ângulo bom em toda extensão da pá, já que a velocidade linear dela não é mesma em todos os pontos.
Olha o que achei:
http://www.gryffinaero.com/models/ffpages/tips/propcarve.html
(pode ajudar na hora de bolar um jeito pra fazer a hélice! O nome é maldoso… mas foi o melhor esquema que achei)
tipo, acho que as hélices ficariam melhores se vc comprasse aquelas de helicópteros de miniatura… mas se a idéia é pura reciclagem você também pode tentar papel machê.
Moita tem razão!
Mundos já foram construídos de papel machê!
Boa sorte!
Opa, cai de para-quedas aqui e dei uma boa olhada. Gostei.
Parabéns pelo blog.
voce podia cortar os seus cds da xuxa…
(ah nao voce nao é do tempo da xuxa!)
eh… os teus cds do bozo e fazer as “helices“
ficariam leves e…
hum…
gratis
xP
na época do bozo naum existia cd… era vinil… hahahaha
tenta com chiclete rosa e rolinho de papel higienico com canudinho azul